No Rio: Olhar direto: fotografias de Paul Strand
Exposição da obra do fotógrafo americano Paul Strand (1890-1976). A seleção de 107 fotos apresenta uma abordagem direta da vida nas ruas da metrópole industrial, o que era incomum naquele contexto. Naturezas-mortas, closes de utensílios domésticos e máquinas revelavam um novo ponto de vista sobre o cotidiano, além de estarem estreitamente vinculadas à pintura de vanguarda de sua época, como o cubismo e o abstracionismo geométrico . Além do panorama do início de suas atividades, nos anos 1910 e 1920, destacam-se também os retratos de comunidades em diferentes lugares do globo, que o artista desenvolveu com sistemática a partir da segunda metade dos anos 1940.
Paralelamente à mostra, a programação de cinema do IMS oferece ao público a oportunidade de conhecer as três principais obras cinematográficas de que Paul Strand participou: Manhatta (1921), Redes (1936) e Native Land (1942).
De 29 de abril a 5 de julho
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Fone: 21 3284-7400
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O filme:
Manhattan, 1921 – Paul Strand.
Filmes de Strand: sessões todas as quintas e domingos de maio, às 16h. Hoje, 24 de maio: Redes, de Fred Zinnemann; Manhatta, de Paul Strand e Charles Sheeler / Dias 28 e 31 de maio: Native Land, de Leo Hurwitz e Paul Strand; Manhatta, de Paul Strand e Charles Sheeler.



Felipe S.
Que fotos instigantes… “The Family” , que cara de italianos tem essa familia, devem ser decendentes. Wall street, nossa que foto bela e ao mesmo tempo sombria, tem uma dureza, as pessoas parecem maquinas em uma paisagem fria, lembra o filme “Metropolis”, ma sainda a uma humanidade nas formas desses corpos caminhando.
Beijos
Priscila Manhães
Oi, Felipe. As fotos do Paul Strand passam isso mesmo, beleza e dureza. Na segunda foto é mesmo uma família italiana.
Um beijo.